Pense...

Que você olhe em meus olhos, quando falar.

Que ao falar, encontre as palavras para não me machucar.

Que saiba cuidar das feridas que possa causar.

Que escute os meus desabafos, e não os use contra mim.

Que ao me conhecer, você compreenda que sou humana.

Que os meus erros também possam ser perdoados.

Que você consiga respeitar as nossas diferenças.

Que possa perceber o quanto os meus silêncios... Falam.

Que entenda o quanto as minhas falas... Calam.

Que você sinta a sinceridade dos meus carinhos.

Que pressinta quando estou carente em busca de consolo.

Que você me mostre os caminhos que eu posso seguir. Que tenha paciência para me tirar dos passos errados.

Que veja os meus defeitos, mas enxergue as minhas virtudes.

Que as suas atitudes sejam claras para que eu possa aprender.

Que seus exemplos sejam norte e as suas palavras guias.

Que prevaleça sempre em nós o amor e a poesia...




sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Sinopse do livro " E quando os filhos não podem ser aquilo que os pais sonharam?"

O livro " E quando os filhos não podem ser aquilo que os pais sonharam?" de Geraldo Peçanha de Almeida.É um texto para se refletir.

Os filhos choram porque precisam de seus pais, mas os pais não estão presentes para consolá-los;
Os filhos riem e precisam dividir suas alegrias com pessoas de dentro de suas casas, mas os pais já não sabem mais rir, ou simplesmente já perderam a graça das coisas.
Os filhos se apaixonam e querem compartilhar com seus pais esse sentimento, mas os pais não acreditam mais no amor, já não se amam mais e não conseguem entender por que aquilo é tão arrebatador para um adolescente. Os filhos se entristecem, mas os pais não percebem a tristeza deles, porque tristes os pais também são. Alguns pais já acreditam que é normal não ser feliz e nada fazem para mudar suas trajetórias. Porem, o mais triste é quando os filhos precisam ser filhos, mas não podem porque do outro lado não há ninguém disponível para ser pai ou para ser mãe. Daí em diante, o que resta a eles é seguir em frente, sozinhos, sem pai, sem mãe, sem amor, vulneráveis às coisas do mundo.

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